quinta-feira, 28 de agosto de 2014

AULA 16 - USO DO TRÁS, ATRÁS e TRAZ

Leia o texto:

"Atrás da árvore, o lobo espiava Chapeuzinho Vermelho. De repente, ele se aproximou e, por trás dela, perguntou:
- O que você traz nessa cesta, menina?"

ATRÁS (advérbio) - indica lugar posterior ( é o mesmo que detrás) ou em tempo anterior.
TRÁS (advérbio) - é o mesmo que atrás ou detrás
TRAZ ( forma do verbo trazer) - indica transportar de um lugar mais distante a um lugar mais próximo de
alguém.


ATIVIDADES

1) Complete as frases com trás, atrás ou traz:

a) Você vai pela a frente do Colégio? Eu vou por____________ e chego antes de você.
b) Mamãe me ___________ à escola sempre.
c) Crianças devem se sentar no banco de _____________ do carro.
d) O gatinho se escondeu________ do sofá.
e) A aluna nova ______________fruta de casa todos os dias.
f) O gato correu___________________do cachorro.
g) O carteiro__________ as correspondências as coloca no porta-cartas.
h) Eu estudava em outra escola até dois anos____________

2) Escreva uma frase com as expressões:

a) atrás de
_________________________________________________________________

b) Por trás de 

_________________________________________________________________



Coloque seu caderno em dia! Beijos!!!!

domingo, 30 de março de 2014

Encontro Vocálico - paródia da música FUI FIEL - Gusttavo Lima


Olá queridos alunos dos 6º anos vespertino do CEF 03! 
Espero que vocês gostem da minha mais nova paródia, onde eu trabalho o conteúdo de ENCONTRO VOCÁLICO ( nosso conteúdo da aula 7). Espero que vocês curtem o vídeo e estudam "cantando" a nossa matéria, no novo sucesso de Gusttavo Lima. 

"Se você gostou, deixe seu recadinho aqui no mural de recados."
Beijos.
 Professora Suelen Matos

terça-feira, 27 de agosto de 2013

AULAS DE HOJE!!!! ATUALIZE-SE!!!!!!!!!!!!!!

SEGUE ABAIXO OS PROCEDIMENTOS DAS AULAS DE HOJE. ATUALIZE-SE:

7º F
  • CÓPIA DA EXPLICAÇÃO DA AULA 20 - ARTIGO: POSIÇÃO E FUNÇÃO.
  • VISTO NO CADERNO DA AULA 19: INTERPRETAÇÃO TEXTUAL
7ºA -

  • Correção dos Exercícios da Aula 18 passado no quadro
  • Aula 19 - Interpretação de texto "Gênero textual: Mito"
  • Leitura do mito de Prometeu - livro págs 46 a 48
  • Circular as palavras desconhecidas no texto, procurar o significado no dicionário e anotar no caderno;
  • Tarefa de Casa: Copiar e responder as págs 49,50 e 51.(livro)
7ºC -

  • VISTO no caderno da aula 18 e apostila de revisão.
  • Aula 19 - Interpretação de texto "Gênero textual: Mito"
  • Leitura do mito de Prometeu - livro págs 46 a 48
  • Circular as palavras desconhecidas no texto, procurar o significado no dicionário e anotar no caderno;
  • Tarefa de Casa: Copiar e responder as págs 49,50 e 51.(livro)

7ºD -
  • VISTO no caderno da aula 18 e apostila de revisão.
  • Aula 19 - Interpretação de texto "Gênero textual: Mito"
  • Leitura do mito de Prometeu - livro págs 46 a 48
  • Circular as palavras desconhecidas no texto, procurar o significado no dicionário e anotar no caderno;
  • Tarefa de Casa: Copiar e responder as págs 49,50 e 51.(livro)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Procedimentos da Aula de Hoje!!!!

Olá alunos!!!!

Seguem abaixo os procedimentos das aulas de hoje. 

7ºC -

  • Explicação da Aula 18
  • Tarefa de sala: Exercícios da Aula 18 passado no quadro
  • Tarefa da Casa: Apostila de revisão de Adjetivos e Locução Adjetiva para a próxima aula

7ºD -

  • Explicação da Aula 18
  • Tarefa de sala: Exercícios da Aula 18 passado no quadro
  • Tarefa da Casa: Apostila de revisão de Adjetivos e Locução Adjetiva para a próxima aula
7ºE -

  • Correção dos Exercícios da Aula 18 passado no quadro
7ºF -

  • Correção dos Exercícios da Aula 18 passado no quadro
  • Aula 19 - Interpretação de texto "Gênero textual: Mito"
  • Leitura do mito de Prometeu - livro págs 46 a 48
  • Circular as palavras desconhecidas no texto, procurar o significado no dicionário e anotar no caderno;
  • Tarefa de Casa: Copiar e responder as págs 49,50 e 51.(livro)


sábado, 3 de agosto de 2013

A Lenda das Cataratas do Iguaçu

A Mula Sem Cabeça

TEXTO COMPLEMENTAR: A LENDA DO LAGO PARANOÁ

      Ele vivia só, na imensidão do Planalto, ora andando entre o cerrado, ora entre a floresta densa. Jaci, a lua, muitas e muitas noites vinha iluminá-lo, ungindo de tons prateados seu corpo másculo. Amava-o. Paranoá, porém, parecia insensível e distante. Queria a que havia de vir. Quando curumim, um dia dela lhe falara o velho pajé:
     — Guardarás teu amor, tua força, teus desvelos, o melhor de tua caça, à bela que Tupã te destinou.
     Paranoá crescera, esbelto e ágil, fazendo-se magnífico guerreiro. Descendia dos tapuias, mas sua nação desaparecera, e somente ele permanecia, à espera da que havia de vir. Lembrava-se que o pajé lhe dissera que a sua amada anunciaria sua vinda nos ecos da floresta.
     Paranoá esperava, ora o ouvido pegado ao chão, ora o olhar estendido na planura, sem nunca se aperceber de que, quando maior era a solidão, Jaci reaparecia.
Certa tarde, a mata estremeceu. Os ruídos foram-se avolumando. Trovões pareciam ter descido à terra e tudo entrava em convulsão, multiplicando-se os sons, como se a floresta tombasse aos golpes de muitos machados.
      — É ela! - exclamou Paranoá, pondo-se alerta.
      Sim, era ela. Uma figura alada, fulgurante e bela, mil vezes mais bela que as mulheres de sorriso moreno que conhecera em sua tribo.
      A paixão aprisionada durante a espera transbordava agora
em ímpetos incontroláveis. Ante o deslumbramento de Paranoá, a figura excelsa estendeu serenamente as asas, como a querer acolhê-lo.
      — És tu a anunciada do pajé? - perguntou Paranoá.
      — Sou. Vim para que não vivas mais só - disse ela. - Eu sou Brasília!
      Então, Paranoá, abrindo os braços, fremente de emoção, correu para cingi-la.
      Jaci, entretanto, espreitava. Ela, que o acalentara durante a solidão, conformada embora com a sua indiferença, sofria agora, ao perdê-lo para sempre. Quis vê-lo em derradeiro e a sua luz refletiu-se nos olhos do guerreiro. Paranoá deteve-se, num estremecimento. Pela primeira vez, contemplou a meiguice de Jaci e a suave tristeza de sua luz. Só então compreendeu que amava Jaci, e hesitou. Ante sua vacilação, Tupã irritou-se, condenando-o à imobilidade e convertendo-o num lago, de braços sempre abertos, sem jamais alcançar aquela por quem tanto esperara.
       Jaci condoeu-se de Paranoá e, tangida pelo remorso, refugiou-se atrás de uma nuvem.
       De quando em vez, Jaci volta. Demora-se sobre o lago e, como a expungir-se de culpa, cobre de prata a sua superfície, ao mesmo tempo que inunda Brasília de luz. E cada vez Jaci regressa chorando orvalho e mentindo às estrelas que assistiu às núpcias de Paranoá e Brasília.

Curupira - O Guardião da Floresta (The Guard of the Forest)